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Estudantes do IMG desenvolvem a adoquim após pesquisa de argilas

Trabalho foi mostrado no XI Seminário Regional de Tecnologia Cerâmica, ocorrido de 22a 24 de setembro no Colégio Maximiliano Gaidzinski no município de Cocal do Sul em Santa Catarina

Cerca de 700 pessoas passaram pelo Colégio Maximiliano Gaidzinski, Cocal do Sul (SC) de 22 a 24 de setembro de 2008 para visitar o XI Seminário Regional de Tecnologia Cerâmica. Durante asemana foram mostrados 25 trabalhos também para a fabricação de adoquim, de cento e trinta alunos do primeiro ao um produto que está sendo fabricado quarto ano do ensino médio. De acordo de concreto. O processo adotado foi a com o professor Agenor de Noni Junior prensagem, uma técnica que não é tão cerca de 80% dos trabalhos partem de comum na região. Porém, esse produuma necessidade das indústrias da re-to deve ser aplicado em ambientes com gião e 20% ficam no âmbito da pesquisa tráfego leve. Já se for aprimorado o proacadêmica. cesso de queima e forem realizadas adap-

A proposta é despertar a inovação tações em equipamentos pode-se chegar científica como forma de aprimorar o a adoquins que possam ser aplicados processo de ensino e aprendizagem. em locais de alto tráfego, como ocorre

Dentre os trabalhos voltados à in-na Colômbia, onde há estradas todas redústria destacou-se a “Caracterização vestidas com esse material. “O adoquim de argilas do Morro da Fumaça para a é uma excelente alternativa para diver-

Cerca de 700 pessoas passaram pelo utilização de adoquim”. Depois de pes-sificar o mix de produtos das cerâmicas Colégio Maximiliano Gaidzinski, Cocal quisar três tipos de argilas, ter feito a aqui da região”, destacou o professor. do Sul (SC) de 22 a 24 de setembro de caracterização física e de uso de produto, O Seminário é visitado por estudan2008 para visitar o XI Seminário Regio-percebeu-se que em determinadas con-tes, técnicos da área e principalmente nal de Tecnologia Cerâmica. Durante a dições térmicas, poderiam ser utilizadas empresários.

Curso de engenharia cerâmica é o único oferecido no Brasil

O Instituto Maximiliano Gaidzinski, de Cocal do Sul (SC) possui o único cur-so de Engenharia Cerâmica do Brasil. A faculdade é uma opção para quem se interessa pela indústria cerâmica, que ao contrário do que muitos sabem não se limita apenas à cerâmica vermelha e de revestimentos. Essa área também abrange refratários, vidros, isolantes térmicos e elétricos, cerâmica térmica e outros. Iniciado recentemente, a graduação que tem duração de cinco anos, já está entrando na sua terceira fase em janeiro de 2009. A iniciativa nasceu da parceria com a UNIBAVE.

De acordo com o coordenador Cláudio de Oliveira Modesto o curso de engenharia trabalha intensamente com foco na indústria, pesquisa e novos negócios para o segmento. “Muita gente deixa de cursar porque acha que o mercado de cerâmica está limitado e saturado, mas queremos mostrar que não e que existe um campo vasto de oportunidades que necessitam de mão-de-obra qualificada”, comentou.

O principal objetivo do curso é proporcionar ao setor cerâmico a demanda de profissionais de alta performance, capazes de desenvolver e implementar novas tecnologias, novas estratégias de gestão, novos materiais, novos negócios agregando valor e acessibilidade total ao mercado consumidor global. Dá forte ênfase na pesquisa, empreendedorismo e atuação nas indústrias cerâmicas de to-dos os segmentos.

Os estudantes deste curso poderão ainda cursar um semestre em uma das faculdades mais conceituadas de engenharia do mundo, a Faculdade de Engenharia Cerâmica e do Vidro em Aveiro

– Portugal, com todas as despesas custeadas pela Unibave e IMG. Serão selecionados 10 alunos que poderão cursar a nona fase fora do país.

Para entrar na faculdade 90% das vagas são para alunos através de processo seletivo e 10% serão através de vestibular. Mais informações: engenhariaceramica@unibave.net / (48) 3466-0192.


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