Já o diretor comercial da Natreb, Gelson Valentim Bertan diz que é importante visitar cerâmicas que já possuem o processo de preparação e contatar com um fabricante com experiência no assunto, antes de instalar esses equipamentos. “É preciso fazer uma avaliação em quanto será o aumento de produção, de qualidade, redução de perdas e comparar com o valor que será investido em máquinas”, comentou, ressaltando que em certos casos as deformações podem ser reduzidas em até 40%.
Para iniciar o processo, o ideal, segundo ele, é aumentar o estoque e depois disso monta-se a preparação de massa com um caixão alimentador e um misturador, ou um caixão alimentador e homogeneizador.
Para uma preparação mais completa coloca-se ainda desintegrador ou laminador. “Não existe um padrão que se encaixe em todo tipo de cerâmica, o que deve ser feito é o fabricante junto com o cliente buscar a solução mais adequada para o cliente”, acrescentou.
As principais vantagens destacadas por Matheus Rodrigues, da Máquinas Man é que com a preparação de argila desde a extração o equipamento de produção fica reduzido a uma menor quantidade de máquinas, sendo assim, menos interrupção para a manutenção e ainda a argila fica em uma umidade homogênea.
Ele explica que após preparar a argila em um destorroador misturador, homogeneizador e laminador, deve ficar em depósito para poder fazer o controle de umidade corretamente. “Com isso teremos menos trincas e quebras de material, tijolos ou telhas com tamanhos exatos e sem paradas na produção”, salientou Rodrigues.


